E diferentes, somos iguais.

São pequenos estes prazeres, mas de pequenos tornam-se enormes: os melhores e os maiores.
Gosto deste tempo chuvoso, sobretudo pelo regresso a casa que, no meu caso, resume-se a uma pequena caminhada. Não envolve trânsito, nem confusão, nem demoras: uma das vantagens de residir na terriola.
Gosto do regresso depois de um dia cinzento, negro de energia e disposição. Negro de motivação. Os dias negros são difíceis de suportar!
Gosto dos planos e das agendas e das coisas que fizemos, que fazemos e que iremos fazer.
Gosto de chegar a casa, tomar um banho quente, calçar pantufa, ligar o forno, assar as frutas do outono, fazer os bolos das receitas das avós, beber chá ou cappuccino, preparar o jantar e receber as filhotas cansadas e ansiosas por chegar a casa, tal qual como eu, depois da mesma negridão.
Temos estes prazeres comuns. E diferentes, somos iguais.
Sabemos transformar os negros em sóis coloridos, porque, como diz o escritor, “o essencial é invisível aos olhos”, e a felicidade é uma identidade própria que nos rouba sorrisos e abraços e que só nós entendemos. Este amor que nos une é tão grande que não tem descrição. É, ele próprio, um todo! Um mar. Um universo. Uma imensidão.

Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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