A propósito das redes e dos textos, comentários, posts que vou lendo…

As vantagens e as desvantagens das redes sociais são discutidas, podem ser discutidas, mas não me levam na discussão. Uso-as. Com conta, peso e medida, e tudo o que é usado com equilíbrio parece-me saudável. O que faz mal são sempre os excessos, os limites, os desequilíbrios.
A propósito das redes e dos textos, comentários, posts que se vão lendo…
Para além dos amigos, pessoas que conheço pessoalmente, e mais meia dúzia de figuras mais ou menos públicas, umas a quem pedi amizade, outras que me pediram, os meus amigos nas redes são todos gente conhecida, minha conhecida.
Para além disso, sigo figuras públicas. Acompanho o que escrevem. Acompanho opiniões. Acompanho percursos.
E dei comigo, neste momento, a ler dois posts, um de uma jornalista e outro de uma fotógrafa. Ambas com opiniões fortes, estilos de vida interessantes. Ambas com uma escrita desenvolvida, interessante, intimista, poética… Num dos casos, apaixonante.
No outro, nem por isso! Curiosamente, pelas profissões, era suposto que a fotógrafa me deslumbrasse com as imagens e a jornalista com as palavras… Não! A fotógrafa deslumbra-me com tudo! A jornalista, com muito pouco! Até as suas palavras não me parecem vindas do coração, mas de uma racionalidade que quer legitimar o que diz com o que quer ser! Gosta de reforçar que é diferente! Que não é par de nada, porque não há par! Porque a diferença é a sua forma de ser, e insiste em dizer “sou feliz assim como sou”, “sou diferente, e depois? gosto de ser assim!” e insiste em mostrar-se, sempre, a salientar a diferença, a irreverência, esse estilo… So what? Quem é feliz como é, não precisa de gritar aos céus, porque a sua felicidade percebe-se. Mesmo quando desabafa os seus mais íntimos problemas e mais íntimos conflitos, mesmo nesses momentos menos felizes, percebe-se, numa pessoa feliz, que sabe viver com essas frustações…
Porque a diferença, que todos temos um dos outros, vem de dentro, do coração…
E quem fala com o coração, fala melhor.
Nas palavras lidas, conseguimos saber, quais são verdade, sentidas e vividas, e quais uma mistura de letras que tentam dar um colorido a um coração sem cor!

Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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