Espelho meu, espelho meu…

É razão, efetiva, de que nos nossos quotidianos, profissionais e pessoais, as nossas vidas são (todas elas) diferentes. Tantas vezes rotineiras. As duas esferas roçam-se naturalmente. Excessivamente.
Deveríamos, talvez, separar mais estas águas, que se misturam e se turvam tantas vezes… Demasiadas vezes…
E somos sempre bons? Ou só ás vezes?
Ou só quando somos mais humanos?
Ou só quando somos mais humanos somos bons e quando menos humanos, somos mais competentes?
Ou as nossas competências têm/devem ser sempre elevadas, de excelência?
Devemos (ou sabemos?) fazer sempre tudo bem?
E teremos nós direito a sermos menos bons, a fazermos menos bem, e a sermos mais imperfeitos?
Há no nosso mundo lugar à imperfeição?
E esta não será também boa? Ou bela? Ou perfeita?
Quando procuramos a perfeição, a nossa perfeição, aquela que queremos atingir, não nos tornaremos mais desumanos, mais imperfeitos, e cada vez menos condescendentes, menos sensíveis, menos benevolentes, menos bons?
A perfeição que é a nossa, não será insuficiente para uns e exagerada para outros?
E quando a nossa exigência interfere demasiado em tudo o resto…
E tudo o resto acaba por ser, mesmo quando não queremos assumir essa verdade absoluta, a vida, a essência da vida:  As relações. Relações intrapessoais e interpessoais. Sociais.
Somos todos pessoas… todos humanos…
Todos gente com qualidades e defeitos, com problemas e perturbações, com tristezas e mágoas, vidas mais ou menos  difíceis, dores mais ou menos profundas, e cheios de sonhos…
Quem somos nós, como somos nós, quando nos achamos no direito (ou será no dever?) de travar, dificultar, castrar?
Ou no direito (ou será no dever?) de impulsionar, motivar, empurrar?
Quem somos nós quando achamos que temos todos os direitos?
Quem somos nós quando esquecemos que por detrás de alguém está muito mais do que aquilo que vemos?

Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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