Coerência e Justeza

Tenho a mania de apreciar a coerência e a justeza. Gosto disso nos outros, e gosto de usar estas características.
Ainda que nem sempre isso seja positivo. Às vezes saio prejudicada, mas como é justo esse prejuízo, e a minha posição é coerente independentemente do lado em que me encontro, vivo bem com isso. Prefiro o prejuízo, ao favorecimento desleal.
Bom, independentemente de lucros ou de prejuízos, vivemos diariamente de relacionamentos. Forçados alguns, obrigatórios outros, escolhidos outros tantos.
O nosso quotidiano reveste-se de relações interpessoais. Umas melhores, outras piores. Umas apenas profissionais, outras de amizade ou familiares.
Das profissionais, que são as que não são escolhidas, que são obrigatórias, há as forçadas e as agradadas. Há aquelas que são sempre boas, que nos agradam diariamente, que se revelam já também de amizade, e há as outras… E destas, nós até podemos ter algumas  pessoas que até gostamos, até simpatizamos, até colocamos num prato da balança as qualidades, no outro os defeitos, e damos mais peso às primeiras – Balanço Positivo. Bom. Muito bom.
O problema é quando começamos a identificar, vezes demais, incoerência,  injustiça ou parcialidade. Nestes casos, estes defeitos começam a tornar-se demasiado pesados, o prato da balança começa a descer cada vez mais, o balanço torna-se demasiado negativo, e de repente, damos connosco a antipatizar, a deixar de gostar, eventualmente a embirrar e a tornar tudo muito difícil. Quando temos uma espécie de matriz que define os outros, e nos guiamos por ela, ainda que os outros fujam à matriz, nós colocamo-los lá, novamente, como se nunca tivessem saído.
Estas matrizes são lixadas!
Porque fazemo-las aos outros e os outros a nós as fazem!
E assim, de repente, ou muito devagarzinho vamos deixando de gostar de alguém e alguém vai deixando de gostar de nós!
Acontece!

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Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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