Comemorar o 25 de Abril

Hoje acordei com os foguetes que rompiam o silêncio matinal de um feriado, aparentemente vulgar, para celebrar os 38 anos de democracia neste país.
aqui falei, há dois anos atrás sobre o que penso sobre este dia, e hoje, relendo, parece-me que mantenho todas as palavras.
A distância dos 38 anos faz-nos ter uma visão menos emocional, menos intensa, menos viva sobre a revolução, mas sempre de celebração. Conforme digo no outro post “(…)congratulo-me por poder celebrar e festejar a data… Porque, seguramente, vivi tempos diferentes da geração anterior… Essa anterior geração deu-me esse direito e devo-lhe, no mínimo, a celebração e a transmissão às minhas filhas. A História deve ser respeitada e partilhada.”

E a propósito disto, recordei-me que há três anos atrás, a minha filha, na altura com 9 anos, aluna do 4º ano, foi escolhida pelo Agrupamento de Escolas para representar os alunos do 1º ciclo nas comemorações municipais do 25 de Abril e ler um texto escrito por ela.

(as imagens do discurso não estão, aqui, de grande qualidade, mas foi o que consegui obter da edição em papel do Município)
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Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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