Maternidade

Há dias em que, por uma razão ou por outra, sentimos mais as coisas ou pensamos mais nas coisas. Hoje li um texto que me soube a poesia. Uma prosa de uma mãe a falar sobre o prazer que tinha em estar com a filha bebé. Texto lindo, emocionante, simples, mas tão verdadeiro que transmitia tão bem o sentimento da autora. Quem a acompanha, como eu, gosta de tudo o que ela escreve. Mesmo palavrão, que também de lá vem, não fica mal porque é bem contextualizado!
Ontem também, num outro espaço falava-se da gravidez e encontrei mães que odiaram estar grávidas! Isso não significa que não amem os filhos! Simplesmente acharam que esse estado de graça não teve graça nenhuma!
Ora eu, claro que relatei o meu estado de graça, de prazer, de amor, de alegria… Eu vivi as minhas gravidezes com a maior das alegrias, com um sentimento de felicidade tão grande, que talvez por isso, o prazer fosse maior que todas as dificuldades da gravidez e dos partos! Gabo-me de nunca me queixar, nunca me lamentar, nunca ter protestado, apesar de ter engordado o dobro do que deveria (20 Kg), de ter inchado como todas as grávidas, de ter sido obrigada a ficar de repouso 5 semanas para que uma das filhas não nascesse prematura, de ter tido um parto a fórceps e outro não (sim, com a ajuda da epidural no momento da expulsão, mas posso dizer que dói bastante colocar os fórceps e a dilatação fi-la toda sem essa ajuda), mas que achei os dois partos maravilhosos, e orgulho-me de nunca ter dado um único berro, nem antes, nem durante; de ter as sequelas que os partos provocam, com pontos infetados e outras coisas mais, e somar ainda o aumento dos seios em 3 números, mais umas mastites (dolorosas) pelo caminho e uns mamilos gretados e em ferida, e apesar disso insisti sempre na amamentação, que foi para além do processo doloroso inicial, um prazer gigantesco, que durou até aos 4 e 12 meses das filhotas.
Estar grávida foi uma felicidade plena. Tê-las com saúde, maior.
A maternidade é tão boa, que faz com que eu saboreie todos os momentos que tenho em familia. Adoro. Elas sabem-no tão bem.
Eu não tenho a capacidade da autora de que falei em descrever o que sinto. Gostava de fazer, como ela, poesia com os sentimentos.
Mas o amor nem sempre precisa de se dizer, sente-se. Cá em casa, transborda e alimenta-nos.

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Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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