A inutilidade do voto

 
Se há coisa que eu acho que devo sempre fazer é votar.
Sinto que, mais do que uma obrigação, tenho esse direito, mereço-o e devo exercê-lo.
Acredito que a sua utilidade possa ser pouca, porque quem quer que vença faz igual a outros, igual a tantos… E entregamos o país a um grupo que para além de gerir causas públicas e interesses públicos gere tanta coisa mais…
Mas, o meu boletim vai lá cair na urna, sempre! Com cruz ou sem cruz, não importa, eu voto.
Tenho a certeza absoluta que se não tivesse esse direito, eu o quereria, o reinvindicaria e lutaria por ele… Pois se o tenho, mesmo que seja sem grande poder, deste eu não abdicarei nunca… A menos que mo tirem!
Com tanta abstenção, revelando tão pouco interesse no acto, quem sabe, um dia destes lá onde comandam e decidem os nossos destinos e as nossas vidas, eles votam para nos retirarem esse direito… E quem sabe ganham!
Talvez à custa de algumas abstenções!!

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Sobre Regina

Acerca de mim? Sei lá! Tenho dias… Dias bons, dias maus! Momentos. As nossas vidas são feitas de momentos… Este espaço? É meu. Sobre mim. É o meu espelho… Disseram-me que o meu sorriso é o Espelho da minha Alma. E eu concordo.
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Uma resposta a A inutilidade do voto

  1. pipidebico diz:

    Votar é um momento crucial de exercício da cidadania!

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